Medicina DentáriaMedicina Dentária
20 de Outubro de 2026·5 min de leitura

«Disseram-me que tenho pouco osso para um implante.» É uma frase que ouvimos com frequência, e que costuma vir acompanhada de preocupação. A boa notícia é que, na maior parte dos casos, existe solução: o enxerto. Explicamos o que é, quando faz sentido e como se decide, para que chegue à consulta com as ideias claras.
A raiz de um dente estimula o osso à sua volta sempre que mastigamos. Quando o dente se perde, esse estímulo desaparece e o osso começa, lentamente, a reabsorver. Ao fim de alguns anos, a zona pode ter perdido altura e espessura. A gengiva acompanha o osso e também se torna mais fina.
É por isso que, quanto mais tempo passa entre a perda de um dente e a sua substituição, maior a probabilidade de ser necessário recuperar volume antes, ou durante, a colocação do implante.
Um implante só é estável a longo prazo se estiver rodeado de osso em toda a sua extensão. O enxerto ósseo acrescenta o volume que falta, para que o implante fique na posição certa, e não apenas onde «cabe». É habitual em situações como:
Consoante o volume em falta, o enxerto pode ser feito no mesmo momento que o implante ou numa fase anterior, aguardando alguns meses até o osso novo estar consolidado.

A gengiva tem um papel que muitas vezes se esquece: protege o osso e o implante e dá ao sorriso o seu contorno natural. Quando está muito fina ou recuada, pode ser indicado reforçá-la com um enxerto. Acontece sobretudo:
Se as suas gengivas sangram com facilidade, o primeiro passo é tratá-las. Deixamos algumas orientações em gengivas que sangram ao escovar e na página de periodontologia.
Não é possível saber à vista. Na Lusocare Alcochete fazemos a TAC dentária 3D (CBCT) na própria clínica, o que nos permite medir o osso milímetro a milímetro, identificar estruturas a proteger e planear o tratamento antes de começar. Pode saber mais sobre este exame em TAC dentária 3D: para que serve.
Com o exame à frente, explicamos-lhe se o enxerto é necessário, de que tipo, em que fase do tratamento e quanto tempo tende a acrescentar ao processo.
O procedimento é feito com anestesia local. Nos dias seguintes pode surgir inchaço e algum desconforto, que se controlam com a medicação indicada. Ajuda muito:
O enxerto é um passo adicional e, por isso, é considerado no plano de tratamento. O seu peso depende da quantidade de osso ou gengiva a recuperar e da técnica indicada, pelo que só é possível defini-lo depois do exame 3D. Explicamos os restantes fatores em quanto custa um implante dentário.
Na maior parte dos casos, sim. O enxerto, ou um planeamento que aproveite o osso disponível, permite resolver muitas destas situações. O exame 3D diz qual o caminho no seu caso.
É feito com anestesia local, pelo que não deve sentir dor durante o procedimento. O desconforto dos dias seguintes costuma ser moderado e controlável.
Por vezes, sim. Quando é feito ao mesmo tempo que o implante, o impacto é pequeno. Quando é necessário fazê-lo antes, pode acrescentar alguns meses.
É um tipo de enxerto ósseo feito nos dentes de trás de cima, que aumenta a altura de osso disponível por baixo do seio maxilar para permitir colocar o implante.
Se perdeu um dente, ou se já lhe disseram que tem pouco osso, o melhor passo é uma avaliação com exame 3D. Na Lusocare Alcochete recebemo-lo com tempo, mostramos-lhe o que o exame revela e explicamos as opções com clareza. Marque a sua consulta ou conheça a nossa área de implantes dentários.
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